É, realmente, uma tristeza, sermos governados por tantos aldrabões.

Eles estão em todo o lado. São como as pulgas!

Um dia, o Veterinário do meu Quico, explicou-me como é que ele apanhava pulgas em casa! E, afastando-me da linguagem técnica, todos sabemos que elas estão em todo o lado.

 

Neste momento, depois de analisar a actuação deste (des) governo Passos Coelho, desde o início, apenas me recordei, para comparação, das pulgas! As pulgas que, em tempo, mesmo com todos os cuidados que nós tínhamos, iam sarnando, de vez em quando, o meu Quico.

Hoje, não tenho Quico para levar ao Veterinário, por causa das pulgas, ai se tivesse! A comparação estaria aí!

 

Continuo a pensar que, de futuro, não haverá sacana nenhum da política que me faça levantar cedo e, quantas vezes a coxear, para votar neles. Para mim morreram todos os aldrabões e o seu funeral acaba de ser executado pela escumalha política actual!

Fartei-me de dizer mal do Sócrates e não duvido nada que foi essa "coisa doentia" que acabou com os resquícios deste país. Porém, agora, comecei a aperceber-me que, o problema, não está apenas nos Guterres cirandistas, nem nas instabilidades socráticas e outros. O problema é global dentro do nosso quintal lusitano.

 

Logo a seguir às eleições legislativas e, atendendo à campanha das ditas, disse para mim mesmo que, se eu fosse Presidente da República, o Passos Coelho não iria ficar, por lá, mais de três meses e isto, apenas baseado nas aldrabices protagonizadas por ele e por todos aqueles que o apoiavam. Hoje, e à medida que o tempo tem passado, não tenho dúvidas nenhumas que assim seria.

Não posso com aldrabões e, este governo, já me parece que, tal como o do Sócrates, é constituído por seita igual. Mentem muito e esclarecem pouco!

É que, em vez de trabalharem, parece-me que estão todos eles, predispostos a empatar tempo, gozando connosco.

 

Lamento muito, meus senhores. Já há muito que estava convencido mas, agora não tenho dúvidas. Vocês não prestam!

Não me perguntem porquê, qualquer cego vê!

 

Tenho seguido, mais ou menos, atentamente, a vossa missão e, atendendo às circusntâncias do nosso atolamento, fui dando, sempre, o benefício da dúvida. Mas, por razões que não são capazes de me fazer entender, acho que já basta de trocadilhos políticos e de roubos. É um ano, são dois anos, ou  .... Portem-se como gente, não se portem como ... prefiro não dizer. Eu teria vergonha! 

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

publicado por Ventor às 22:20