"Esclarecer", é tudo o que posso pedir às gentes do CDS. Esclarecer o povo português! Porquê?

É verdade meus senhores!

Esclarecimento ao povo português é o mínimo que o vosso partido deve fazer. Por uma questão de respeito, por um questão de ética, por uma questão de verdade. O povo precisa de saber, claramente, porque é que o "Paulinho das feiras", transformou a responsabilidade do vosso partido, numa palhaçada, tipo tasquinha, a "Ginginha do Rossio" nos tempos em que os retornados enchiam a Praça do Rossio ou D. Pedro IV, se preferirem.

 

Nesses tempos, o CDS tinha alguma honra e teve a coragem de lutar contra essa Constituição que nasceu abortada. Pudera! É uma prenda do 25 de Abril. E o 25 de Abril, para aqueles que se recordam, deu origem a muitos retornados que vieram afogar as suas tristezas, originadas por capangas sem miolos de algumas internacionais, na dita Ginginha. Eu via-os e ouvia-os por lá!

 

Depois de tanta mixórdia, passados tantos anos, o CDS está a tornar-se parceiro desses irresponsáveis todos, usando as mesmas tatuagens politiqueiras de uns incompetentes políticos que têm grassado neste país. Alguns até deviam ter vergonha de abrir a boca mas, todos os dias cospem porcaria quanto baste para os papéis ou microfones. Parece-me, ser para isso, que o Paulinho das Feiras tem estado a carregar o CDS. Talvez me faça recordar um tipo Campelo, daqueles que vendem a Pátria por 30 dinheiros ou por meia dúzia de queijos flamengos.

 

Eu sei, toda a gente sabe, que indivíduos da estirpe do Paulinho têm recaídas constantes e não me parece que seja para bem do país, desse partido ou dele próprio. Por isso, e uma vez que o CDS-PP se comprometeu a formar uma coligação para quatro anos, não seria provável que um tipo de um partido, lá porque amuou, se transforme na desgraça efectiva da nação que jurou defender. No modo como retirou o suporte ao Governo, só prova a mim e à maioria dos portugueses que não passa de mais um político irresponsável como a maioria que graça nesta horta Atlântica de Portugal.

 

 
Adoro o coaxar das rãs, odeio o grasnar dos políticos que não passam de aves de arribação. Todos ou quase, podiam arribar a outras paragens

 

Eu calculo que não deverá ser fácil ter o Passos Coelho como parceiro de caminhada, todos os dias e a todas as horas, mas há situações em que não podemos amuar e esta hora é uma hora dessas. Neste momento flutuamos mediterrâneo fora, para encostar à Grécia. Vasta ver a evolução dos mercados, tudo devido à teimosia de dois birrentos. Os partidos devem meter esses dois na ordem porque não podemos mais brincar às políticas do faz de conta. Um sai, embirrando com o outro e o outro fica armado em figurão à espera de o apearem e não sair pelo seu próprio pé, julgando-se vir a ser um herói. Não gosto nem de um nem do outro mas, não me esqueço que também não gosto desses figurões dos outros partidos que tão bem sabem falar e que nada sabem fazer e, quando os deixam fazer, fazem tudo mal.

 

Não me esqueço dos queijos do Campelo! Ajudaram um Orçamento que iniciou o terceiro afundanço deste país e não posso com os subterfúgios políticos de saberem tudo e, na hora da posse, os partidos nunca sabem de nada. Tenho visto isso em todas as eleições e em todos os partidos. Por isso eu já não acredito em  qualquer cambada da esquerda à direita. É essa a razão que me leva a não querer eleições antecipadas. Apenas porque já não acredito naqueles que não passam de uns falhados e o Portas é mais uma razão!

 

Apenas deixo aqui o meu apreço ao Guterres pelo reconhecimento de ter errado.

Vá lá meus senhores, resolvam  essa alhada!

 

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 20:08