Algumas horas costumo eu passar, de vez em quando, ali pelo Tejo, a apreciar as minhas gaivotas e afins. Digo afins porque desconheço, quase toda a identificação da maioria da passarada que há por ali, inclusive as gaivotas que são variadas na forma e no tamanho. Mas um dia destes, enquanto a dona do Quico tratava das guedelhas ali por Algés, eu vou até à borda de água, normalmente beber um cafezinho e comer os meus pastéis de nata em Belém, ou então, fico-me por um café, na Vela Latina.

 

Mas por onde quer que faça pousio, acabo sempre por caminhar bastante tempo à beira-mar. Vocês sabem como é a vida lá pelos cabeleireiros. Arrasta-se, arrasta-se e às vezes, vai para além da hora do almoço. E quantas vezes as gaivotas me convidam para algum dos seus petiscos. Um dia destes assisti a um festim de toda esta passarada do Tejo, onde junto a um esgoto, ao lado do Pavilhão dos Descobrimentos, as tainhas também tinham o seu banquete. Eu entretive-me e podia ter feito um belo trabalho, de reportagem mas estava com a bateria no vermelho e acabei por disparar menos. Como eu gosto muito de gaivotas, vou deixar aqui algumas, porque, certamente, não serei eu apenas a gostar de as ver voar à nossa volta e porque haverá pessoas que passam por cá e nunca viram gaivotas. Eu conheço algumas! Então aí vai uma filada delas:

 

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Esta leva um petisco no bico

 

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 Umas empantorradas e outras a tentar, ai passei eu uma manhã! Vão haver mais!

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 00:32