Na Rota de Apolo

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Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



Planeta Azul - Na Rota do Lince Ibérico

O Lince Ibérico, retirado da Wikipédia atribuído ao "Programa de Conservación Ex-Situ del Lince Ibérico

Luis de Camões nos Jerónimos

No, You Can Not

18.07.11

Era uma vez na América!

Havia um presidente que os americanos não gostavam, diz-se por aí! Eu não sei se gostavam ou não, nem estou, nem nunca estive preocupado com isso mas, o que eu sei é que os americanos o mantiveram, lá, nas duas legislaturas permitidas. A partir daqui, estou-me nas tintas para o que se possa dizer sobre o assunto.

 

Também sei que, de seguida, não quiseram o branco e foram pelo negro e sei que o mundo inteiro ficou, de modo geral, satisfeito, inclusive, eu. Mas, tudo tem o seu timing. E, esse timing, é sempre feito de altos e baixos. No meu entender, o timing do «Yes, we can», terminou. Digo que terminou, porque não há branco nem negro que salve a América! Não há Obamas, nem McKays, nem outro John qualquer que venha dizer «Yes, we can» e, pronto está feito!

 

Isto é simples! A América é um país ou, se preferirem, um conjunto deles (50 estado), sui géneris.

Eles são os "maiores", isso é um facto! São os "maiores" mas, muita da sua maioridade é falsa e digo que é falsa porque a América é, no seu todo e, de modo geral, uma aberração. O seu deficit, tem sido, sempre, um dos maiores déficits do mundo (senão o maior dos países da frente) podemos dizer mesmo, pela constância do dito cujo, único! Longe de cumprir as regras do mercado defendidas pelas "suas moodys". Os políticos americanos, muitos deles, de cultura duvidosa, não sabem como resolver esse problema, nem com o «Yes, we can» do Obama! Cheira-me que, o Obama quer mas, não vai conseguir. O déficit americano vai continuar a subir e a América vai continuar a viver à custa de outros déficits, inclusivamente, dos déficits de Portugal e da Grécia, mesmo que Obama grite a todos os ventos que sopram dos Alleghanys ou das Rocky Mountains,  que eles, os americanos, a América dos USA, não são a Grécia e não são Portugal (nós não somos a Grécia, nem Portugal)! Foi esta frase que me fez interpretar (e creio, com toda a certeza) que o Obama, colocou o seu carimbo, nesse anedota de gente da Moodys, que assinou o relatório sobre Portugal (um Thomas qualquercoisa).

 

Caiu-me mal essa afirmação do Obama!

Sacudir a água do capote, fica bem a todos, de qualquer parte do mundo, mesmo do Ilinois, julgam eles, mas eu não gosto e, como não gosto, aqui estou! Eu sei, também, que a América não passa de um amontoado de gentes nascida por este mundo fora e, por isso, merece algumas desculpas. Mas, eu não desculpo determinadas coisas e menos ainda, quando certos países com centenas de anos de história acabam por ser interpretados como lixo, por bazófia do próprio Presidente dos Estados Unidos que, não por outros motivos, mas pelos mesmos, acabou por ilibar, dessa "vergonha", se calhar para ele, não para mim, o país de seu avô, a Irlanda. O escudo de Portugal e o "escudo grego", mesmo que seja o escudo do Batalhão Sagrado do meu amigo Epaminondas, de quem, provavelmente, o Obama nunca ouviu falar, estarão certamente longe do Obama, porque Obama, se calhar, nem sabe o que é um escudo mas, tenho a certeza que saberá sempre o que é um dólar!

 

Por isso, dou um conselho a esse senhor, por acaso, por agora, Presidente dos USA, que como tal, deve ter algum tento na língua e respeitar países por onde os deuses sempre caminharam e, dos quais, ele, Obama, nada sabe e, muito menos, sobre os seus trilhos.

 

Para além do tento na língua, desejo-lhe sorte na redução do seu déficit embora ele saiba que não se deve preocupar, pois os seus cavalos de Tróia, estão cada vez mais perfeitos e, tenho a certeza que, para ele, não serão motivo de preocupações porque, também sei que, eles, não terão coragem de enviar, do mesmo modo, que estão a fazer à Grécia e a Portugal, os USA, para o caixote.

Para mim as Moodys e os Obamas, Presidente e outros, de tais pensamentos, só têm um lugar bem certo. É no verdadeiro caixote do lixo!

Por isso eu digo: «No, You Can Not»!

 

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 23:37

Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos

09.07.11

Esta frase tirei-a, para este título, do último artigo que Maria José Nogueira Pinto escreveu para o Diário de Notícias. Uma frase simples que só pode tornar grande quem a profere.

Quem é livre e honesto, quem caminha de terra em terra, para melhor levar a sua vida e dos seus, emigrando, ou mesmo, todos aqueles que por razões várias foram escorraçados da sua terra e levados ao exílio sem sequer pensarem em vender ou vilipendiar a Pátria, só podem, de facto, pronunciar aquela frase. Mas há os politiqueiros crápulas que, com o 25 de Abril se autoproclamaram políticos que não fugiram para o exílio apenas por desentendimentos políticos mas por cobardia ou porque se estiveram nas tintas para a Pátria, vilipendiando-a nas ruas dos países que lhe deram guarida (como Londres, Inglaterra), alguns desses, na minha opinião, só conseguiram vir a ser famosos devido à "abrilada" que, apareceu de repente, embandeirada de cravos, arrastando o poder pelas sarjetas das ruas mas, depois, exactamente, porque os préstimos dessa gente eram tão poucos, que os cravos acabaram por murchar rapidamente.

 

Hoje, estamos pelas ruas da amargura devido àqueles que julgavam que governar um país era usar as famosas fatiotas Armani, sorrir para as televisões, passar a mão côncava pelo penteado, para ficar mais look e dizer a todos nós que estava tudo bem neste país que bem poderia ser o da tal Alice - o país das Maravilhas.

Desmentir quem lhe atirava à cara as evidências da realidade e mesmo depois de trancarem as portas, ainda há os tais "gloriosos e famosos", dessa política de caca, a dizerem que foi um erro ter provocado a queda do Sócrates. Um erro foi deixar o Sócrates ir para além dos dois primeiros anos do seu primeiro Governo e outro erro foi abrir-lhe as portas. O que eu penso dessa malta é que, durante anos, andaram a ler o seu Braile de imaginação. Sim, o Braile é para aqueles que foram bafejados pela má sorte, aqueles que o Senhor da Esfera atirou para as esquinas da tristeza, não devia ser para aqueles que tudo aprenderam sem nunca borrar os dedos nos tinteiros da tinta das carteiras que, apesar de tudo, tiraram Portugal do insucesso a que foi levado pela primeira República. Estes manos, caminharam por trilhos perigosos, de homens que elegeram como padrinhos mas que, por razões várias, não foram sucesso em Portugal.

 

Digo por razões várias e uma dessas razões foi a Primeira Guerra Mundial onde Portugal participou com galhardia ao lado dos aliados mas, como todos que se dedicaram a esse pequeno retalho da nossa história, sabemos que, na sua retaguarda raiava a incompetência política. Depois do 25 de Abril, foi tudo o que temos visto. Na prática, só insucessos! Pois nada me garante que, não teria sido mais sólida uma política de progressão económica, apesar das dificuldades deixadas pelas negociações de Lusaka! Não é por acaso que hoje temos uma guerra sofisticada com essa "gajada criadora de lixos a que chamamos Moodys ou outros nomes" e que, mais uma vez, há muita gente que se dedica à leitura do seu Braile, leituras que deviam de ser feitas pelos infelizes dos invisuais, porque sabem e não por leitores de trocadilhos.

Esta já é a terceira vez que passamos por isto, após o 25 de Abril! Mas nunca essas cacas de pretensos especialistas, chegaram tão longe. Por isso, penso eu, na medida do possível, esses avantesmas devem ser corridos do nosso meio, com o lixo que eles cá colocaram.

 

Mas hoje, tenho esperança que os portugueses continuem a sua vida normal, atirando, como podem, os seus lixos para "as Moodys" sem vergonha que pululam por este mundo e que sejam acompanhados pelas pessoas sérias que ainda fazem parte desse mesmo mundo. As coisas não correm bem e eu só espero que o problema financeiro não se torne noutros problemas mais reais a nível europeu e que não leve a Europa, num ápice, a esfrangalhar a esperança que demoradamente foi implantando.

A Europa deve estar vigilante e não só contra as Moodys! Já é a 2ª vez que ouço que a Europa está a ser ameaçada! E, mais uma vez, a ameaça vem do Norte de África. Primeiro foi o Mohamed Ben Bella nos anos 60' e, agora, Muammar al Gaddafi (Kadhafi) em 2011, praticamente, cerca de 50 anos depois. Kadhafy ameaçou atacar a Europa e, considerando os políticos que hoje pedalam a política europeia, não me admiraria nada de, qualquer dia, termos de combater nos céus do Alentejo, da Andaluzia e outros, as bestices aéreas que o poder do petróleo colocou nas mãos de Kadhafy. Não se esqueçam que Kadhafy é real e se não for ele podem vir a ser outros.

Cuida-te Europa!

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 21:11

Lixo

07.07.11

Todos nós sabemos o que é lixo! As lixeiras que há por esse país fora, nos caminhos, nas estradas, nos rios ... em todo o lado. Mas isso é um mal do mundo. Eu, ainda sou do tempo em que os homens diziam coisas, por dizer. Lembro-me, no Niassa (barco), o Comandante Militar dizer-nos que não queria lixo, cascas de fruta no convés do navio, que a deitássemos para o mar, porque o mar absorvia tudo!

 

Recordo-me de vários tipos de lixo que, com a caminhada do falso desenvolvimento económico, apareceram por aí. Hoje, há mares, segundo os especialistas, com milhares de km2 (sim, quilómetros quadrados de lixo a boiar), onde a vida, é sinónimo de morte! Há milhares (milhões) de animais marinhos que estão a morrer asfixiados em mares de plástico. Caminho entre os meus amigos, os peludos, os penudos, os escamudos, os ..., e lembro-me desses que morrem sem respirar pela caminhada terrível que o homem (na sua generalidade) lhe impõe. São diversos tipos de lixo!

Mas, tenho descoberto, ultimamente, que há lixos que nem passam pela cabeça, à maioria dos simples mortais!

 

Lixo, pois!

Traduzido à moderna, pelo Ventor, há lixos e "lixos", mas há um lixo muito maior que nós, lixos humanos, nem sonhamos com eles, mas eles estão sempre presentes nas nossas caminhadas! É o lixo dos párias"!

Sim, porque há lixo e há párias, piores que lixo!

 

Estou-me a recordar de um determinado tipo de cidadãos que se fazem passar por gente muito importante porque trabalham em "importantes instituições" mas, não passam de simples caixotes de lixo e, para sua ressalva, pretendem transformar outros em lixo! Esses cidadãos a que me refiro, são isso mesmo. Caixotes ambulantes! Eles caminham em corredores de alcatifas, douradas, prateadas, vermelhas, verdes, azuis ... Eles são, depois de engravatados, os parasitas das sociedades modernas. Não digo isto por usarem as gravatas, no trabalho, nos casamentos, nos baptizados, ... mas porque lhe exigem que tragam a gravata no trabalho! Eu, quase sempre usei a gravata no trabalho, mas nunca me exigiram isso. Sempre fui livre de usar o que me apetecesse e sempre utiizei gravata ou não, conforme as circusntancias!

 

Mas eu sei que, esses a que me refiro, no trabalho, eles nem sabem que fazer à gravata! Transpiram para a tirar mas não podem, senão, os chefes hierárquicos colocam esses caixotes de lixo num plano inclinado, prendem a gravata num pionés e morrem enforcados. Sim, porque esses chefes, não querem ninguém que seja maior lixo que eles! Esses paus mandados andam aí para isso! Para satisfazer os sapos que lhes pagam, os patrões da Moodys, da Standard&Poors e outras. São eles, as cobaias desses senhores que comandam, sem saber como, os destinos do mundo financeiro. São eles que enchem e esvaziam os caixotes do lixo, Ai senão! São eles, que fazem subir e descer o ouro! São eles que fazem descer e subir as acções! São eles que tentam enfiar os povos, com dignidade, nos seus inventados caixotes de lixo. Mas eu nunca seria capaz de pertencer a essa cambada! Nunca na vida, alinhei com f.d.p.

 

Voltarei ao tema.

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publicado por Ventor às 22:13

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