Os pavões continuam a ser grandes amigos do Ventor e agora são amigos do Tomás e da Maria. Às vezes o Ventor e o Tomás vão espreitar os pavões, mas agora também a Maria se pendura nas grades, tipo macaquinha. São um espectáculo estes penudos.

Quando chegamos estavam deitados à sombra das árvores e arbustos e este à sombra, num terraço.

 

 

Este estava sobre um tubo metálico e ao deparar com o Ventor chamou os outros.

 

 

Este revirou o pescoço e pôs cobro à caminhada que tinha iniciado mal o Ventor chegou.

 

 

Este estucou a passada para ir ter com o Ventor.

 

 

Este ficou todo encantado e até parecia paralizado de movimentos.

 

 

Este parou para observar o que se passava.

 

 

Este, de cima do tubo, chamou os outros e propôs-lhe uma demonstração das suas lindas fatiotas e dos seus rabos para o Ventor.

 

 

Foi ele próprio que começou a exibição.

 

 

Outro veio a correr pelo tubo fora e exibiu-se ao lado do primeiro.

 

 

Depois ainda veio outro, mas o engraçado é que os primeiros esvoaçavam saindo do tubo e outros esvoaçavam para subir para ele...

 

 

... e o tubo era a passarele escolhida por aquela rapaziada para se exibirem!

 

 

Assim prosseguiram ...

 

 

... uns após outros

 

 

... e outro!

 

 

... e apenas o primeiro se manteve impávido e sereno ali, no pequeno terraço à sombra, frente ao Ventor, bem como uma "branca" encostada a uma rede e outros que estavam longe, junto aos comedouros e limitaram-se a cumprimentar o Ventor com aquele som típico dos pavões que, segundo dizem, acordam as florestas asiáticas onde eles existem.

Os exibicionistas pareciam os membros do Governo português a pavonearem-se frente ao Senhor Bill Gates!

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

música: Sugar, sugar
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publicado por Ventor às 18:41