Um dia, no Verão de 2003, por terras de Santiago do Cacém, brinquei, às escondidas, com o meu amigo Apolo.

 

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Santiago do Cacém

 

Depois de arrancarmos da Lagoa de Santo André, apeteceu-nos ver o meu amigo Apolo, deitar-se no colo de Neptuno, do alto das

Muralhas de Santiago. Assim foi!

 

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Tentando enxergar, descendo para as ameias.

 

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Apolo tenta espreitar por esse buraco!

 

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Mas ele não se consegue esconder. Ele aí está a esticar o seu manto!

 

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Eu passo ente as ameias e ele tenta esconder-se!

 

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Quando passo de ameia em ameia, de repente, ouço ao meu lado o cu-cu e o olho de Apolo a espreitar por aqui, neste buraquinho. Apanhou-me!

 

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Despedimo-nos por esse dia, e lá fui caminhando no meio de uma areia grossa, entre as Muralhas, onde os meus sapatos "timberland" faziam tanto

barulho como um regimento americano a caminhar nos desertos iraquianos.

 

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Antes de partir, fui à porta de Santiago, já no lusco fusco, para me despedir, pois o destino era a minha caminha depois de um dia cheio. Santiago sorriu e disse-me que eu continuava o mesmo, como nos velhos tempos e que eu e Apolo, juntos, fazíamos sempre uma festa! É verdade! Eu e Apolo juntos, desde manhã à noite, pomos tudo em alvoroço, mas em festa! E o dia seguinte, trás sempre mais!

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 08:34