... pelo Algarve! Fui-me afastando dos salpicos da água do Mar, mas não me afastei dos salpicos da vida.

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Esta é mais uma das muitas "casa velhas" com que nos deparamos por esse país fora ou por esse país abaixo. Esta, por acaso, é no Algarve junto a uma praia que me parece ter o nome de Praia dos Tomates, mas como eu corri várias praias, exactamente aos salpicos, já tenho dúvidas se o nome da praia que está à minha rectaguarda, em relação à foto é esse. Porém, não tenho dúvidas que essas ruínas nos podem contar muitas histórias porque, provàvelmente, já não terão quem fale por elas. A falar por elas estão as argolas na parede onde eram presos os burros que serviam de limusines da época para os habitantes dessas ruínas.

 

À sua volta, além dos burros, haviam as amendoeiras em flor ou cheias de amêndoas, as figueiras e as searas que eram a fonte de alimentação dos seus habitantes. À sua frente ficava e ainda fica o grande mar das nossas histórias, das nossas tristezas e das nossas alegrias. Hoje, apenas praias cobertas de majestosos bikinis coloridos bafejando sol por todas as custuras. Para além disso, as falésias, cheias de trilhos por onde as gentes passam, olhando o mar e meditando. Também aos salpicos, fui encontrando, nessas falésias, lindas flores ainda vivas resistindo aos calores dos meio-dias e algumas borboletas esvoaçando de flor em flor, por aqui e por ali, como se de salpicos se tratasse.

 

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Na secura da paisagem da falésia, a beleza esvoaçando por aqui e por ali, pousando de flor em flor, fazendo salpicar sobre quem passa, autênticos momentos de beleza inesquecível.

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo

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publicado por Ventor às 00:20