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Salpicos, em Páginas Brancas

O Cântico do Cisne. Gostaria que as penas brancas dos cisnes da Amadora fossem as Páginas Brancas de belos contos de fadas encontrados durante as minhas caminhadas. Mas não. Eu e os cisnes só ouvimos tristezas!

O Cântico do Cisne. Gostaria que as penas brancas dos cisnes da Amadora fossem as Páginas Brancas de belos contos de fadas encontrados durante as minhas caminhadas. Mas não. Eu e os cisnes só ouvimos tristezas!

Salpicos, em Páginas Brancas

Túmulo do rei D. Duarte (1391-1498) e da rainha D. Leonor de Aragão (1442-1445)



Na Rota de Apolo





Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



Planeta Azul - Na Rota do Lince Ibérico


O Lince Ibérico, retirado da Wikipédia atribuído ao "Programa de Conservación Ex-Situ del Lince Ibérico


Luis de Camões nos Jerónimos


22
Mar11

Morreu um amigo!

Luiz Franqueira - Ventor

Morreu o Artur Agostinho!

Haverá gente que perguntará. "Quem"?

Uns, dirão: "morreu um homem que dava relatos de futebol, que dizia umas coisas, na rádio e na televisão e a quem chamam, Artur Agostinho"!

Eu direi: "morreu um amigo"!

 

Artur Agostinho fez parte da vida de todos nós e, especialmente, da vida do nosso futebol, através dos seus relatos.

Artur Agostinho estava na sua terra, no seu Portugal e, por portas e travessas, chegaram uns desavindos de fora que lhe fizeram a vida negra. Ninguém sabe porquê? É simples! Por inveja, por ... qualquer coisa! Apenas e só, porque alguém mandava!

 

Para mim, morreu um homem, um amigo!

 

Por isso, lhe deixo aqui a minha homenagem - a homenagem do Ventor. A ele! Ao Artur Agostinho! Ao homem!

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Sei que não há homens perfeitos mas, também sei que há uns mais perfeitos que outros. Sempre admirei Abraham Lincoln e, a sua casinha de madeira, por tudo que li sobre ele. Achava, noutros tempos, que ele seria um bom Rei do Mundo